Casa à venda no bairro Cidade Universitária em Engenheiro Coelho/SP
Usado
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R$580.000,00

Casa Próximo do UNASP: Um Investimento Estratégico com Potencial Ilimitado

Cidade Universitária - Engenheiro Coelho/SP
4 Dormitórios
2 Vagas
100 m² (Construída)

Descrição do imóvel

Seu futuro financeiro começa aqui, em uma das localizações mais estratégicas do interior de São Paulo. Apresentamos uma oportunidade de ouro para quem busca um investimento inteligente e com grande potencial de valorização.


As duas casas geminadas de 50 m² cada, foram inteligentemente construídas no fundo de um vasto terreno de 600 m². Essa disposição única e estratégica libera a frente do lote para você sonhar grande: construir novas unidades, criar um espaço comercial ou até mesmo expandir as moradias existentes. A proximidade com o UNASP (Centro Universitário Adventista de São Paulo) garante uma demanda constante por aluguel, transformando este imóvel em uma máquina de gerar renda passiva.


A região do Loteamento Universitário já é reconhecida como um polo de crescimento, com alta valorização e completa infraestrutura de comércios e serviços. Essa é a sua chance de adquirir um ativo com retorno financeiro imediato e um potencial de crescimento que pode multiplicar seu investimento. Não espere mais para garantir seu lugar neste mercado aquecido.


As informações estão sujeitas a alterações. Consulte o corretor responsável para que as informações estejam Justas e Perfeitas.

Cômodos

4 Dormitórios
2 Banheiros
2 Vagas
2 Cozinhas
2 Salas de estar
2 Áreas de serviço

Áreas

Área Construída: 100m²
Terreno Área Total: 600m²

Características

Quintal

Outras Informações

Referência: 314
Perfil: Residencial/Comercial
Situação: Usado
Possui mobília?: Sem mobília
Terreno: Plano

Proximidades

Centro Veterinário
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Escola de idioma
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Pizzaria
Posto de saúde
Praça
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UNASP

Localização

Loteamento Universitário, 777 - Cidade Universitária - Engenheiro Coelho/SP - 13449-899
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Conheça a cidade Engenheiro Coelho

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Engenheiro Coelho (SP): Da Colônia Belga na Mata Paulista ao Polo Educacional e Imobiliário da Região Metropolitana de Campinas

Dos índios Guaranis e das sesmarias do café ao campus universitário adventista mais estruturado da América do Sul: a história completa de uma cidade do interior paulista que nasceu de uma estação de trem, cresceu na fé e hoje é um dos destinos mais promissores para quem busca qualidade de vida e investimento imobiliário fora das capitais


Os Primeiros Habitantes: Nativos, Bandeirantes e a Ocupação do Interior Paulista

A história de Engenheiro Coelho começa muito antes do belga Pedro Hereman, muito antes da ferrovia e muito antes do nome que hoje a cidade carrega. As terras que formam o município foram originalmente habitadas por povos indígenas — predominantemente de tronco Tupi-Guarani — que ocupavam o interior paulista em profundidade, vivendo da caça, da pesca e do cultivo de mandioca nas clareiras da mata atlântica.

A chegada dos portugueses ao Brasil em 1500 marcou o início de um processo de colonização que avançou progressivamente do litoral para o interior de São Paulo ao longo dos séculos XVI, XVII e XVIII. O mecanismo foi o mesmo em todo o estado: exploração do pau-brasil, ciclos do ouro e das pedras preciosas nas Minas Gerais, e finalmente o plantio do café — que encontrou nas terras vermelhas e férteis do interior paulista o ambiente ideal para florescer em escala global.

A ocupação efetiva da região que hoje é Engenheiro Coelho chegou com a expansão do café no século XIX. Com a falta de mão de obra após a abolição da escravatura em 1888, o governo brasileiro passou a incentivar ativamente a imigração europeia — alemães, belgas, suíços, austríacos, espanhóis, italianos e outros povos que chegaram trazendo novos conhecimentos, nova cultura e novas técnicas agrícolas para as fazendas paulistas.


A Fazenda Guaiquica e o Belga que Transformou o Interior (1908–1912)

Por volta de 1908-1910, as terras onde hoje está Engenheiro Coelho eram conhecidas pelo nome indígena Guaiquica — topônimo que remetia à vegetação e à paisagem natural do local — e pertenciam a Joaquim Cardoso de Moraes, fazendeiro da região.

Com a intensificação da imigração europeia no início do século XX, chegou às terras da Guaiquica o imigrante Pedro Hereman, belga empreendedor que adquiriu as propriedades e rebatizou-as de Fazenda São Pedro. Dinâmico e visionário para os padrões da época, Hereman não se contentou em apenas cultivar a terra: a cada ano que passava, construía mais, produzia mais e ampliava as colônias existentes, dotando-as de equipamentos e infraestrutura necessários à sua manutenção e ao acolhimento dos trabalhadores.

Os investimentos de Hereman conduziram, em 2 de junho de 1912, à inauguração da Estação da Estrada de Ferro na Colônia da Guaiquica — o passo que mudaria para sempre o destino do lugar. A estação passou a ser conhecida como "Estação de Engenheiro Coelho do Bairro da Guaiquica". O nome "Engenheiro Coelho" era, na verdade, uma homenagem ao Engenheiro José Luiz Coelho, inspetor de estrada de ferro e representante da Fazenda Estadual na época da construção da linha — um homem que deu seu sobrenome à cidade sem nunca ter nela residido.

A ferrovia foi o gatilho. Com a estação instalada, a colônia ganhou acesso ao escoamento de produtos, ao comércio e à circulação de pessoas. Junto à movimentação da estrada de ferro, surgiram os primeiros serviços de correio e telégrafo — a modesta infraestrutura de comunicações que conectava a colônia ao resto do mundo.


Imigrantes Belgas, Italianos e Alemães: A Formação de um Povo (Século XIX–XX)

A identidade do povo de Engenheiro Coelho é, desde suas origens, uma identidade de sínteses. Desde o fim do século XIX, a presença de colonos de origem belga, italiana e alemã contribuiu para moldar a região. Esses imigrantes conviviam com os caboclos — descendentes da mistura de índios e portugueses —, com trabalhadores mineiros e nordestinos que chegavam às fazendas paulistas em busca de trabalho, e com os descendentes de escravos africanos que, após a abolição, permaneceram nas colônias em novas condições de trabalho.

Entre as famílias que chegaram com os primeiros fluxos imigratórios, destacam-se os Francischettis — família italiana que se estabeleceu na colônia, produziu e comercializou produtos distribuídos por diversas regiões do estado, especialmente para Ourinhos. Os filhos dos Francischettis se casaram e se fixaram nas casas da colônia, consolidando o vínculo da família com o lugar por gerações.

Outro nome fundamental na história de Engenheiro Coelho é Antonio Alves Cavalheiro, genro de Pedro Hereman, que assumiu o legado do sogro após sua morte. Além de lecionar na escola da Guaiquica — seguindo o exemplo paterno de investimento em educação —, Cavalheiro construiu a segunda sala de aula do Grupo Escolar e, por volta de 1930, empreendeu a construção da Capela São Pedro, inaugurada em 29 de junho de 1936 com a ajuda de toda a comunidade. Depois de muita luta, em 1937 conseguiu a implantação da energia elétrica na propriedade — benfeitoria que não viveu para usufruir, pois faleceu em 21 de fevereiro de 1936.


A Rodovia SP-147 e o Primeiro Loteamento: O Embrião da Cidade (1939–1940)

Até o fim dos anos 1930, Engenheiro Coelho não passava de uma das colônias da Fazenda Guaiquica (São Pedro), sem perspectiva imediata de se tornar uma cidade. O que mudou esse cenário foram dois eventos simultâneos: a construção da Rodovia SP-147 (Limeira–Mogi Mirim) em meados de 1939 — que passou exatamente ao norte da colônia — e o primeiro loteamento formal do lugar.

No início da década de 1940, a empresa Cavalheiro & Hereman empreendeu o primeiro parcelamento do solo na Colônia da Guaiquica. O agrimensor Karl Glaser delimitou os limites do loteamento: ao norte, a Estrada de Rodagem de Limeira a Mogi Mirim; a leste, a ferrovia com destino a Artur Nogueira; ao sul, a gleba das oficinas e residências dos Francischettis; e a oeste, uma linha demarcatória desenhada no sentido norte-sul. Estava traçada a planta da cidade. Foi esse empreendimento que determinou o início da povoação que, no futuro, se constituiria a cidade de Engenheiro Coelho.

Após o loteamento, o desenvolvimento foi rápido. Foram construídas diversas residências, bares, armazéns, farmácias, posto de gasolina, máquina de beneficiar arroz, padaria e açougue — os equipamentos básicos de uma pequena vila do interior paulista tomando forma.


De Distrito a Município: A Emancipação (1980–1991)

Em 14 de maio de 1980, Engenheiro Coelho foi elevado à categoria de Distrito pela Lei Estadual nº 2.343, subordinado ao município de Artur Nogueira. Era o reconhecimento oficial de uma comunidade que havia crescido organicamente ao longo de décadas e que reunia identidade, economia e população suficientes para ter estrutura administrativa própria.

A emancipação total chegou uma década depois. Em 1989, foi realizado um plebiscito no qual a maioria da população votante aprovou a emancipação. Em 19 de maio de 1991, Engenheiro Coelho passou a constituir seu próprio governo municipal, com a eleição do primeiro prefeito e dos primeiros vereadores — tornando-se formalmente um município autônomo, desmembrado de Artur Nogueira.

O nome do município é uma homenagem ao engenheiro agrônomo Francisco Coelho de Almeida Sobrinho, figura de destaque na história do ensino agrícola paulista, envolvido na fundação da Escola Prática de Agricultura Luiz de Queiroz, embrião do que hoje é a ESALQ/USP. Há, contudo, uma versão concorrente e igualmente documentada, que atribui o nome ao Engenheiro José Luiz Coelho, inspetor de estrada de ferro da época da fundação da estação — ambas as versões coexistem na historiografia local.


A Chegada dos Adventistas: O Evento que Mudou Tudo (1983)

Se a ferrovia foi o primeiro evento transformador da história de Engenheiro Coelho, a chegada da Igreja Adventista do Sétimo Dia foi o segundo — e talvez o mais profundo e duradouro na identidade da cidade.

A história adventista no local começa em 1983, quando a Igreja Adventista do Sétimo Dia adquiriu a Fazenda Lagoa Bonita — uma extensa propriedade rural no município — para construir um novo campus universitário. O contexto é fascinante: o Instituto Adventista de Ensino (IAE), fundado em São Paulo, havia tido mais de 80% de seu terreno desapropriado pela Prefeitura de São Paulo para uso de utilidade pública. A indenização recebida (3,4 bilhões de cruzeiros, equivalentes a 4,3 milhões de dólares na época) financiou integralmente a compra da Fazenda Lagoa Bonita e a construção do que se tornaria o maior campus universitário adventista da América do Sul.

O campus de maior estrutura física do UNASP está localizado na Estrada Municipal Pr. Walter Boger, S/N, bairro Lagoa Bonita II, Engenheiro Coelho/SP. Foi fundado em 1983. Curiosamente, mesmo não sendo sede, é ali que está assentada a reitoria da instituição.

Hoje, o UNASP-EC (Centro Universitário Adventista de São Paulo — Campus Engenheiro Coelho) é uma instituição que vai da Educação Infantil ao doutorado, oferecendo 21 cursos de graduação presenciais — entre eles Administração, Arquitetura e Urbanismo, Direito, Engenharia Agronômica, Engenharia Civil, Farmácia, Jornalismo, Medicina Veterinária, Psicologia, Teologia e Tradução. Funciona em regime de externato e internato, atraindo estudantes de todo o Brasil e do exterior.


A Influência Adventista na Identidade de Engenheiro Coelho

A presença adventista não se limita ao campus universitário. Engenheiro Coelho é hoje uma das cidades do interior paulista com maior concentração proporcional de membros da Igreja Adventista do Sétimo Dia — característica que moldou profundamente os costumes, o comércio, a gastronomia e o ritmo de vida da cidade.

O adventismo traz consigo uma série de práticas que refletem diretamente no cotidiano local: a guarda do sábado (a maioria dos negócios ligados à comunidade adventista fecha do pôr do sol de sexta ao pôr do sol de sábado), a alimentação vegetariana ou com restrições específicas de proteína animal (o que criou um ecossistema rico de restaurantes e mercados com produtos naturais, orgânicos e vegetarianos), e um forte valor atribuído à educação, à saúde e à vida comunitária.

O resultado é uma cidade com um perfil de qualidade de vida notavelmente diferenciado do interior paulista médio: baixo consumo de bebidas alcoólicas, índices reduzidos de violência, alto nível educacional da população e uma cultura de respeito comunitário que visitantes frequentemente citam como diferencial imediato da cidade.


Os Bairros de Engenheiro Coelho

Com uma área de 109,94 km² e uma altitude média de 655 metros, Engenheiro Coelho distribui sua população em bairros com perfis residenciais, rurais e institucionais bem definidos. Os principais são: Centro, Jardim São Pedro, Jardim Guaiquica (nome que homenageia a origem histórica da cidade), Jardim Paulistano, Jardim Europa, Vila Hereman (em homenagem ao fundador Pedro Hereman), Lagoa Bonita e Lagoa Bonita II (onde se encontra o campus do UNASP), Parque das Flores, Residencial Coelho, Jardim das Paineiras, Jardim Vitória, Jardim São Carlos, Jardim Esperança, Jardim Ipê e a extensa Zona Rural de Engenheiro Coelho — onde se concentram as culturas de cana-de-açúcar, laranja e mandioca que definem a vocação agrícola do município.

O Centro é o coração histórico, com a Praça da Matriz, a antiga estação ferroviária, o comércio local e os equipamentos públicos essenciais. O bairro Lagoa Bonita e Lagoa Bonita II são os mais valorizados da cidade, com proximidade ao campus do UNASP, infraestrutura de alto padrão e perfil majoritariamente residencial de classe média e média-alta. Jardim Guaiquica é o bairro de referência histórica, localizado na área de primeiro loteamento da cidade. Parque das Flores e Jardim das Paineiras são os novos vetores de expansão residencial.


Vocação Econômica: Agronegócio, Educação e Serviços

A economia de Engenheiro Coelho sempre teve na terra sua base mais sólida. A cidade mantém uma vocação agrícola robusta, com destaque para três culturas que dominam a paisagem rural:

Cana-de-açúcar — a grande cultura do interior paulista está fortemente presente no município, com usinas e fornecedores da região de Limeira, Piracicaba e Mogi Mirim que integram Engenheiro Coelho à maior produção sucroenergética do mundo.

Laranja — o município integra o cinturão citrícola do interior paulista, um dos mais produtivos do planeta. A laranja é produzida tanto para o mercado de fruta fresca quanto para a indústria de suco concentrado exportado para a Europa e América do Norte.

Mandioca — de herança indígena e diretamente ligada à tradição dos engenhos de farinha que os açorianos e caboclos espalharam pelo interior, a mandioca permanece como cultura de subsistência e abastecimento local.

A composição do setor de serviços, conforme registrado pela própria Prefeitura Municipal, é diversificada — com a maior participação a cargo das atividades imobiliárias e serviços prestados às empresas. O UNASP é hoje o maior empregador e o principal gerador de economia indireta da cidade, movimentando o comércio local, os serviços de alimentação, a moradia estudantil e toda uma cadeia de fornecedores que abastece um campus com milhares de estudantes, professores e funcionários.


Infraestrutura Educacional: O UNASP como Referência Continental

O UNASP-EC é muito mais que uma universidade: é uma cidade dentro da cidade. O campus de Engenheiro Coelho possui:

21 cursos de graduação presenciais nas áreas de humanas, exatas, saúde, tecnologia e teologia.

Educação básica completa — da Educação Infantil ao Ensino Médio, com opção bilíngue (Bilingual Academy), em regime de externato e internato.

Pista Olímpica e infraestrutura esportiva completa — campos, quadras, academia, piscinas e espaços de convivência que atendem a estudantes e à comunidade externa.

Lagoa natural no campus — o lago da Fazenda Lagoa Bonita original foi preservado e se tornou o centro paisagístico e de convivência do campus, com lanchonete, área de descanso e contemplação.

UNASP Store e Livraria — loja e livraria abertas à comunidade, com produtos, livros e materiais ligados à identidade adventista e à produção acadêmica da instituição.

Reitoria da rede UNASP — apesar de não ser a sede formal, é em Engenheiro Coelho que funciona a Reitoria do UNASP, que possui campi também em São Paulo, Hortolândia e no sistema EaD com polos em todo o Brasil.

A presença do UNASP garante à cidade um perfil educacional único no interior paulista: Engenheiro Coelho oferece ensino superior de qualidade reconhecida pelo MEC em plena zona rural da Região Metropolitana de Campinas, a poucos quilômetros de um dos maiores polos tecnológicos e industriais do Brasil.


Pontos Turísticos e Atrativos Locais

Engenheiro Coelho não é um destino de turismo de massa — mas tem atrativos genuínos que encantam quem a visita com olhos atentos:

Campus do UNASP-EC — o mais visitado e fotografado da cidade. A arquitetura moderna da Igreja Adventista, o lago preservado, os jardins bem cuidados, a pista olímpica e a atmosfera de campus universitário em meio à natureza são experiências que surpreendem positivamente visitantes do interior e das capitais. A igreja está situada no campus em um ambiente incrivelmente bonito e acolhedor. Há a UNASP Store, uma lojinha cheia de produtos com a marca do espaço, a livraria, e a lanchonete onde é possível saborear um delicioso lanche natural ou salada de frutas enquanto aprecia o lago.

Estação Ferroviária Histórica — a antiga estação inaugurada em 1912, que deu nome à cidade, permanece como patrimônio histórico e símbolo da fundação de Engenheiro Coelho. A fachada original e o entorno da linha férrea guardam o traço arquitetônico de início do século XX.

Fazendas e Sítios Rurais — o entorno rural do município oferece um turismo de interior autêntico, com fazendas produtoras de laranja, cana e mandioca, sítios com hospedagem rural e o contato genuíno com o modo de vida do interior paulista.

Praça da Matriz e Centro Histórico — o coração fundacional da cidade, com a Igreja Matriz de São Pedro — construída no local onde a primeira Capela São Pedro foi erguida pela comunidade em 1936 —, o comércio local e os traços do urbanismo que marcou o primeiro loteamento do século XX.

Rota Gastronômica Adventista — a presença adventista criou uma oferta gastronômica singular: restaurantes e lanchonetes vegetarianas, padarias com produtos naturais, mercados de produtos orgânicos e espaços de alimentação saudável que não têm paralelo nas cidades do mesmo porte no interior paulista.


Engenheiro Coelho na Região Metropolitana de Campinas

Um dos mais importantes ativos estratégicos de Engenheiro Coelho é sua posição geográfica: a cidade integra a Região Metropolitana de Campinas (RMC), criada em 2000 e composta por 20 municípios, é a segunda maior área metropolitana em população do estado de São Paulo, com mais de 3,1 milhões de habitantes.

Estar na RMC significa estar a cerca de 50 km de Campinas, uma das cidades mais importantes do Brasil, com o maior polo tecnológico do país fora do eixo São Paulo–Rio, a UNICAMP (Universidade Estadual de Campinas), o aeroporto internacional de Viracopos, hospitais de referência nacional e uma infraestrutura de capital regional completa.

A RMC gerava em 2015 cerca de 8,92% do PIB do estado de São Paulo — um número que revela a potência econômica da região à qual Engenheiro Coelho pertence. Dentro da região metropolitana, a cidade ocupa a 18ª posição em população, com 19.566 habitantes pelo Censo 2022, inserida em uma das regiões de maior geração de riqueza e oportunidades do Brasil.

Essa posição permite a Engenheiro Coelho uma combinação incomum: qualidade de vida de cidade pequena com acesso a serviços e infraestrutura de metrópole — o melhor dos dois mundos para quem busca morar com tranquilidade sem abrir mão de hospitais, universidades, aeroporto e mercado de trabalho diversificado a poucos quilômetros.


Engenheiro Coelho Hoje: Dados Atuais (2024–2026)

Aproximadamente 22.000 a 23.000 habitantes (estimativa 2025, considerando o crescimento pós-Censo 2022, que registrou 19.566). A cidade cresce de forma consistente, impulsionada pela expansão do UNASP, pelo crescimento da RMC e pela chegada de famílias adventistas e de profissionais que trabalham em Campinas e municípios vizinhos.

Área territorial de 109,94 km², com altitude média de 655 metros — clima ameno, com invernos secos e verões com chuva bem distribuída, típico do interior paulista de altitude.

Posição na RMC: 18ª cidade em população, integrante de uma das regiões metropolitanas que apresentou crescimento de 0,38% em 2025, com população total superior a 3,3 milhões de habitantes.

UNASP-EC: maior empregador do município, com centenas de professores, funcionários e prestadores de serviço, além de milhares de estudantes que movimentam a economia local em período letivo.

Economia diversificada: agronegócio (cana, laranja, mandioca), serviços educacionais, comércio local, serviços de apoio ao UNASP e atividades imobiliárias — sendo que as atividades imobiliárias e serviços às empresas têm a maior participação no setor terciário local.

Segurança acima da média: a influência adventista e o perfil comunitário da cidade resultam em índices de violência notavelmente baixos para o interior paulista, fator valorizado por famílias que buscam qualidade de vida real.

Proximidade estratégica: a 50 km de Campinas (RMC), a 158 km de São Paulo, na interseção da SP-147 com o ramal ferroviário — localização que facilita o acesso tanto ao maior polo tecnológico do interior paulista quanto às oportunidades da capital.


Engenheiro Coelho e o Mercado Imobiliário: Uma Cidade em Descoberta

Engenheiro Coelho vive hoje um momento de crescente atenção por parte do mercado imobiliário. A cidade reúne uma combinação de fatores que, em conjunto, a tornam uma das alternativas mais interessantes para quem busca imóveis no interior de São Paulo:

O UNASP garante demanda constante por moradia — estudantes, professores e funcionários precisam de casas e apartamentos ao longo de todo o ano, criando um mercado locatício estável e independente das oscilações sazonais comuns em outras cidades.

A segurança e o nível de educação da população são diferenciais que famílias com filhos colocam no topo de suas prioridades ao escolher onde morar — e Engenheiro Coelho entrega esses dois atributos com consistência.

A posição na RMC de Campinas significa que quem mora em Engenheiro Coelho tem acesso rápido a um dos maiores mercados de trabalho do país sem precisar viver com a densidade, os preços e o estresse das grandes cidades.

Os preços ainda acessíveis do metro quadrado, em contraste com os valores praticados em Campinas, Jaguariúna, Valinhos e Vinhedo, posicionam Engenheiro Coelho como uma oportunidade de entrada no ecossistema da RMC com potencial real de valorização à medida que a região metropolitana se consolida.

Perfis de compradores e investidores que mais se identificam com a cidade: famílias adventistas que buscam morar próximo ao UNASP e à comunidade de fé; professores e funcionários do UNASP que preferem não depender de deslocamento diário; jovens casais do interior paulista que buscam segurança, custo de vida controlado e infraestrutura educacional de qualidade para os filhos; e investidores que enxergam o aluguel estudantil e residencial como ativo com demanda previsível e constante.


Conclusão: Uma Cidade Pequena com Uma História Grande

Engenheiro Coelho é, em sua essência, a história de uma colônia de imigrantes belgas, italianos e alemães que nasceu na mata paulista do início do século XX, cresceu ao longo de um ramal ferroviário, ganhou seu nome de um engenheiro de estradas, construiu sua identidade mais profunda ao lado de uma universidade adventista — e emergiu como um dos municípios mais singulares e promissores da Região Metropolitana de Campinas.

Em 35 anos de existência como município autônomo, Engenheiro Coelho construiu uma identidade única: cidade pequena, segura, educada, com qualidade de vida acima da média do interior paulista e inserida em uma das regiões metropolitanas mais ricas e dinâmicas do Brasil. Uma cidade que combina o cheiro de terra e laranja do agronegócio paulista com o campus universitário que atrai estudantes de todo o país.

Quem busca imóveis em Engenheiro Coelho — seja para morar com segurança e tranquilidade a poucos quilômetros de Campinas, para investir no mercado locatício de uma cidade universitária com demanda constante, ou para construir uma vida no interior paulista com todos os benefícios de pertencer à segunda maior região metropolitana do estado de São Paulo — encontra aqui uma cidade com história sólida, valores claros e um futuro que começa a ser reconhecido pelo mercado imobiliário.

Para identificar as melhores oportunidades nesse mercado em crescimento — de residências próximas ao UNASP às casas do centro histórico, dos loteamentos em expansão às propriedades rurais com potencial agrícola e de lazer —, a experiência e os relacionamentos do profissional certo fazem toda a diferença. Pedro P. Torquato Jr., Gestor Imobiliário, CRECI 42643, é a referência para quem busca imóveis em Engenheiro Coelho e na região. Com atuação consolidada no mercado local e contato direto com praticamente todas as construtoras e incorporadoras que operam na cidade, Pedro oferece acesso privilegiado a lançamentos, condições especiais e oportunidades que chegam antes ao mercado. Se você busca uma casa de qualidade próximo ao UNASP, um terreno residencial em bairro seguro, um imóvel para investimento com renda de aluguel estável ou uma propriedade rural produtiva — fale com Pedro Torquato e encontre o imóvel certo para o seu objetivo.


Fontes: Prefeitura Municipal de Engenheiro Coelho, FamilySearch, Câmara Municipal de Engenheiro Coelho, UNASP (Centro Universitário Adventista de São Paulo), Enciclopédia Adventista, Portal da RMC, IBGE, Hora Campinas, Portal On Engenheiro Coelho, Wikipedia, AGEMCAMP.

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Engenheiro Coelho (SP): Da Colônia Belga na Mata Paulista ao Polo Educacional e Imobiliário da Região Metropolitana de Campinas

Dos índios Guaranis e das sesmarias do café ao campus universitário adventista mais estruturado da América do Sul: a história completa de uma cidade do interior paulista que nasceu de uma estação de trem, cresceu na fé e hoje é um dos destinos mais promissores para quem busca qualidade de vida e investimento imobiliário fora das capitais


Os Primeiros Habitantes: Nativos, Bandeirantes e a Ocupação do Interior Paulista

A história de Engenheiro Coelho começa muito antes do belga Pedro Hereman, muito antes da ferrovia e muito antes do nome que hoje a cidade carrega. As terras que formam o município foram originalmente habitadas por povos indígenas — predominantemente de tronco Tupi-Guarani — que ocupavam o interior paulista em profundidade, vivendo da caça, da pesca e do cultivo de mandioca nas clareiras da mata atlântica.

A chegada dos portugueses ao Brasil em 1500 marcou o início de um processo de colonização que avançou progressivamente do litoral para o interior de São Paulo ao longo dos séculos XVI, XVII e XVIII. O mecanismo foi o mesmo em todo o estado: exploração do pau-brasil, ciclos do ouro e das pedras preciosas nas Minas Gerais, e finalmente o plantio do café — que encontrou nas terras vermelhas e férteis do interior paulista o ambiente ideal para florescer em escala global.

A ocupação efetiva da região que hoje é Engenheiro Coelho chegou com a expansão do café no século XIX. Com a falta de mão de obra após a abolição da escravatura em 1888, o governo brasileiro passou a incentivar ativamente a imigração europeia — alemães, belgas, suíços, austríacos, espanhóis, italianos e outros povos que chegaram trazendo novos conhecimentos, nova cultura e novas técnicas agrícolas para as fazendas paulistas.


A Fazenda Guaiquica e o Belga que Transformou o Interior (1908–1912)

Por volta de 1908-1910, as terras onde hoje está Engenheiro Coelho eram conhecidas pelo nome indígena Guaiquica — topônimo que remetia à vegetação e à paisagem natural do local — e pertenciam a Joaquim Cardoso de Moraes, fazendeiro da região.

Com a intensificação da imigração europeia no início do século XX, chegou às terras da Guaiquica o imigrante Pedro Hereman, belga empreendedor que adquiriu as propriedades e rebatizou-as de Fazenda São Pedro. Dinâmico e visionário para os padrões da época, Hereman não se contentou em apenas cultivar a terra: a cada ano que passava, construía mais, produzia mais e ampliava as colônias existentes, dotando-as de equipamentos e infraestrutura necessários à sua manutenção e ao acolhimento dos trabalhadores.

Os investimentos de Hereman conduziram, em 2 de junho de 1912, à inauguração da Estação da Estrada de Ferro na Colônia da Guaiquica — o passo que mudaria para sempre o destino do lugar. A estação passou a ser conhecida como "Estação de Engenheiro Coelho do Bairro da Guaiquica". O nome "Engenheiro Coelho" era, na verdade, uma homenagem ao Engenheiro José Luiz Coelho, inspetor de estrada de ferro e representante da Fazenda Estadual na época da construção da linha — um homem que deu seu sobrenome à cidade sem nunca ter nela residido.

A ferrovia foi o gatilho. Com a estação instalada, a colônia ganhou acesso ao escoamento de produtos, ao comércio e à circulação de pessoas. Junto à movimentação da estrada de ferro, surgiram os primeiros serviços de correio e telégrafo — a modesta infraestrutura de comunicações que conectava a colônia ao resto do mundo.


Imigrantes Belgas, Italianos e Alemães: A Formação de um Povo (Século XIX–XX)

A identidade do povo de Engenheiro Coelho é, desde suas origens, uma identidade de sínteses. Desde o fim do século XIX, a presença de colonos de origem belga, italiana e alemã contribuiu para moldar a região. Esses imigrantes conviviam com os caboclos — descendentes da mistura de índios e portugueses —, com trabalhadores mineiros e nordestinos que chegavam às fazendas paulistas em busca de trabalho, e com os descendentes de escravos africanos que, após a abolição, permaneceram nas colônias em novas condições de trabalho.

Entre as famílias que chegaram com os primeiros fluxos imigratórios, destacam-se os Francischettis — família italiana que se estabeleceu na colônia, produziu e comercializou produtos distribuídos por diversas regiões do estado, especialmente para Ourinhos. Os filhos dos Francischettis se casaram e se fixaram nas casas da colônia, consolidando o vínculo da família com o lugar por gerações.

Outro nome fundamental na história de Engenheiro Coelho é Antonio Alves Cavalheiro, genro de Pedro Hereman, que assumiu o legado do sogro após sua morte. Além de lecionar na escola da Guaiquica — seguindo o exemplo paterno de investimento em educação —, Cavalheiro construiu a segunda sala de aula do Grupo Escolar e, por volta de 1930, empreendeu a construção da Capela São Pedro, inaugurada em 29 de junho de 1936 com a ajuda de toda a comunidade. Depois de muita luta, em 1937 conseguiu a implantação da energia elétrica na propriedade — benfeitoria que não viveu para usufruir, pois faleceu em 21 de fevereiro de 1936.


A Rodovia SP-147 e o Primeiro Loteamento: O Embrião da Cidade (1939–1940)

Até o fim dos anos 1930, Engenheiro Coelho não passava de uma das colônias da Fazenda Guaiquica (São Pedro), sem perspectiva imediata de se tornar uma cidade. O que mudou esse cenário foram dois eventos simultâneos: a construção da Rodovia SP-147 (Limeira–Mogi Mirim) em meados de 1939 — que passou exatamente ao norte da colônia — e o primeiro loteamento formal do lugar.

No início da década de 1940, a empresa Cavalheiro & Hereman empreendeu o primeiro parcelamento do solo na Colônia da Guaiquica. O agrimensor Karl Glaser delimitou os limites do loteamento: ao norte, a Estrada de Rodagem de Limeira a Mogi Mirim; a leste, a ferrovia com destino a Artur Nogueira; ao sul, a gleba das oficinas e residências dos Francischettis; e a oeste, uma linha demarcatória desenhada no sentido norte-sul. Estava traçada a planta da cidade. Foi esse empreendimento que determinou o início da povoação que, no futuro, se constituiria a cidade de Engenheiro Coelho.

Após o loteamento, o desenvolvimento foi rápido. Foram construídas diversas residências, bares, armazéns, farmácias, posto de gasolina, máquina de beneficiar arroz, padaria e açougue — os equipamentos básicos de uma pequena vila do interior paulista tomando forma.


De Distrito a Município: A Emancipação (1980–1991)

Em 14 de maio de 1980, Engenheiro Coelho foi elevado à categoria de Distrito pela Lei Estadual nº 2.343, subordinado ao município de Artur Nogueira. Era o reconhecimento oficial de uma comunidade que havia crescido organicamente ao longo de décadas e que reunia identidade, economia e população suficientes para ter estrutura administrativa própria.

A emancipação total chegou uma década depois. Em 1989, foi realizado um plebiscito no qual a maioria da população votante aprovou a emancipação. Em 19 de maio de 1991, Engenheiro Coelho passou a constituir seu próprio governo municipal, com a eleição do primeiro prefeito e dos primeiros vereadores — tornando-se formalmente um município autônomo, desmembrado de Artur Nogueira.

O nome do município é uma homenagem ao engenheiro agrônomo Francisco Coelho de Almeida Sobrinho, figura de destaque na história do ensino agrícola paulista, envolvido na fundação da Escola Prática de Agricultura Luiz de Queiroz, embrião do que hoje é a ESALQ/USP. Há, contudo, uma versão concorrente e igualmente documentada, que atribui o nome ao Engenheiro José Luiz Coelho, inspetor de estrada de ferro da época da fundação da estação — ambas as versões coexistem na historiografia local.


A Chegada dos Adventistas: O Evento que Mudou Tudo (1983)

Se a ferrovia foi o primeiro evento transformador da história de Engenheiro Coelho, a chegada da Igreja Adventista do Sétimo Dia foi o segundo — e talvez o mais profundo e duradouro na identidade da cidade.

A história adventista no local começa em 1983, quando a Igreja Adventista do Sétimo Dia adquiriu a Fazenda Lagoa Bonita — uma extensa propriedade rural no município — para construir um novo campus universitário. O contexto é fascinante: o Instituto Adventista de Ensino (IAE), fundado em São Paulo, havia tido mais de 80% de seu terreno desapropriado pela Prefeitura de São Paulo para uso de utilidade pública. A indenização recebida (3,4 bilhões de cruzeiros, equivalentes a 4,3 milhões de dólares na época) financiou integralmente a compra da Fazenda Lagoa Bonita e a construção do que se tornaria o maior campus universitário adventista da América do Sul.

O campus de maior estrutura física do UNASP está localizado na Estrada Municipal Pr. Walter Boger, S/N, bairro Lagoa Bonita II, Engenheiro Coelho/SP. Foi fundado em 1983. Curiosamente, mesmo não sendo sede, é ali que está assentada a reitoria da instituição.

Hoje, o UNASP-EC (Centro Universitário Adventista de São Paulo — Campus Engenheiro Coelho) é uma instituição que vai da Educação Infantil ao doutorado, oferecendo 21 cursos de graduação presenciais — entre eles Administração, Arquitetura e Urbanismo, Direito, Engenharia Agronômica, Engenharia Civil, Farmácia, Jornalismo, Medicina Veterinária, Psicologia, Teologia e Tradução. Funciona em regime de externato e internato, atraindo estudantes de todo o Brasil e do exterior.


A Influência Adventista na Identidade de Engenheiro Coelho

A presença adventista não se limita ao campus universitário. Engenheiro Coelho é hoje uma das cidades do interior paulista com maior concentração proporcional de membros da Igreja Adventista do Sétimo Dia — característica que moldou profundamente os costumes, o comércio, a gastronomia e o ritmo de vida da cidade.

O adventismo traz consigo uma série de práticas que refletem diretamente no cotidiano local: a guarda do sábado (a maioria dos negócios ligados à comunidade adventista fecha do pôr do sol de sexta ao pôr do sol de sábado), a alimentação vegetariana ou com restrições específicas de proteína animal (o que criou um ecossistema rico de restaurantes e mercados com produtos naturais, orgânicos e vegetarianos), e um forte valor atribuído à educação, à saúde e à vida comunitária.

O resultado é uma cidade com um perfil de qualidade de vida notavelmente diferenciado do interior paulista médio: baixo consumo de bebidas alcoólicas, índices reduzidos de violência, alto nível educacional da população e uma cultura de respeito comunitário que visitantes frequentemente citam como diferencial imediato da cidade.


Os Bairros de Engenheiro Coelho

Com uma área de 109,94 km² e uma altitude média de 655 metros, Engenheiro Coelho distribui sua população em bairros com perfis residenciais, rurais e institucionais bem definidos. Os principais são: Centro, Jardim São Pedro, Jardim Guaiquica (nome que homenageia a origem histórica da cidade), Jardim Paulistano, Jardim Europa, Vila Hereman (em homenagem ao fundador Pedro Hereman), Lagoa Bonita e Lagoa Bonita II (onde se encontra o campus do UNASP), Parque das Flores, Residencial Coelho, Jardim das Paineiras, Jardim Vitória, Jardim São Carlos, Jardim Esperança, Jardim Ipê e a extensa Zona Rural de Engenheiro Coelho — onde se concentram as culturas de cana-de-açúcar, laranja e mandioca que definem a vocação agrícola do município.

O Centro é o coração histórico, com a Praça da Matriz, a antiga estação ferroviária, o comércio local e os equipamentos públicos essenciais. O bairro Lagoa Bonita e Lagoa Bonita II são os mais valorizados da cidade, com proximidade ao campus do UNASP, infraestrutura de alto padrão e perfil majoritariamente residencial de classe média e média-alta. Jardim Guaiquica é o bairro de referência histórica, localizado na área de primeiro loteamento da cidade. Parque das Flores e Jardim das Paineiras são os novos vetores de expansão residencial.


Vocação Econômica: Agronegócio, Educação e Serviços

A economia de Engenheiro Coelho sempre teve na terra sua base mais sólida. A cidade mantém uma vocação agrícola robusta, com destaque para três culturas que dominam a paisagem rural:

Cana-de-açúcar — a grande cultura do interior paulista está fortemente presente no município, com usinas e fornecedores da região de Limeira, Piracicaba e Mogi Mirim que integram Engenheiro Coelho à maior produção sucroenergética do mundo.

Laranja — o município integra o cinturão citrícola do interior paulista, um dos mais produtivos do planeta. A laranja é produzida tanto para o mercado de fruta fresca quanto para a indústria de suco concentrado exportado para a Europa e América do Norte.

Mandioca — de herança indígena e diretamente ligada à tradição dos engenhos de farinha que os açorianos e caboclos espalharam pelo interior, a mandioca permanece como cultura de subsistência e abastecimento local.

A composição do setor de serviços, conforme registrado pela própria Prefeitura Municipal, é diversificada — com a maior participação a cargo das atividades imobiliárias e serviços prestados às empresas. O UNASP é hoje o maior empregador e o principal gerador de economia indireta da cidade, movimentando o comércio local, os serviços de alimentação, a moradia estudantil e toda uma cadeia de fornecedores que abastece um campus com milhares de estudantes, professores e funcionários.


Infraestrutura Educacional: O UNASP como Referência Continental

O UNASP-EC é muito mais que uma universidade: é uma cidade dentro da cidade. O campus de Engenheiro Coelho possui:

21 cursos de graduação presenciais nas áreas de humanas, exatas, saúde, tecnologia e teologia.

Educação básica completa — da Educação Infantil ao Ensino Médio, com opção bilíngue (Bilingual Academy), em regime de externato e internato.

Pista Olímpica e infraestrutura esportiva completa — campos, quadras, academia, piscinas e espaços de convivência que atendem a estudantes e à comunidade externa.

Lagoa natural no campus — o lago da Fazenda Lagoa Bonita original foi preservado e se tornou o centro paisagístico e de convivência do campus, com lanchonete, área de descanso e contemplação.

UNASP Store e Livraria — loja e livraria abertas à comunidade, com produtos, livros e materiais ligados à identidade adventista e à produção acadêmica da instituição.

Reitoria da rede UNASP — apesar de não ser a sede formal, é em Engenheiro Coelho que funciona a Reitoria do UNASP, que possui campi também em São Paulo, Hortolândia e no sistema EaD com polos em todo o Brasil.

A presença do UNASP garante à cidade um perfil educacional único no interior paulista: Engenheiro Coelho oferece ensino superior de qualidade reconhecida pelo MEC em plena zona rural da Região Metropolitana de Campinas, a poucos quilômetros de um dos maiores polos tecnológicos e industriais do Brasil.


Pontos Turísticos e Atrativos Locais

Engenheiro Coelho não é um destino de turismo de massa — mas tem atrativos genuínos que encantam quem a visita com olhos atentos:

Campus do UNASP-EC — o mais visitado e fotografado da cidade. A arquitetura moderna da Igreja Adventista, o lago preservado, os jardins bem cuidados, a pista olímpica e a atmosfera de campus universitário em meio à natureza são experiências que surpreendem positivamente visitantes do interior e das capitais. A igreja está situada no campus em um ambiente incrivelmente bonito e acolhedor. Há a UNASP Store, uma lojinha cheia de produtos com a marca do espaço, a livraria, e a lanchonete onde é possível saborear um delicioso lanche natural ou salada de frutas enquanto aprecia o lago.

Estação Ferroviária Histórica — a antiga estação inaugurada em 1912, que deu nome à cidade, permanece como patrimônio histórico e símbolo da fundação de Engenheiro Coelho. A fachada original e o entorno da linha férrea guardam o traço arquitetônico de início do século XX.

Fazendas e Sítios Rurais — o entorno rural do município oferece um turismo de interior autêntico, com fazendas produtoras de laranja, cana e mandioca, sítios com hospedagem rural e o contato genuíno com o modo de vida do interior paulista.

Praça da Matriz e Centro Histórico — o coração fundacional da cidade, com a Igreja Matriz de São Pedro — construída no local onde a primeira Capela São Pedro foi erguida pela comunidade em 1936 —, o comércio local e os traços do urbanismo que marcou o primeiro loteamento do século XX.

Rota Gastronômica Adventista — a presença adventista criou uma oferta gastronômica singular: restaurantes e lanchonetes vegetarianas, padarias com produtos naturais, mercados de produtos orgânicos e espaços de alimentação saudável que não têm paralelo nas cidades do mesmo porte no interior paulista.


Engenheiro Coelho na Região Metropolitana de Campinas

Um dos mais importantes ativos estratégicos de Engenheiro Coelho é sua posição geográfica: a cidade integra a Região Metropolitana de Campinas (RMC), criada em 2000 e composta por 20 municípios, é a segunda maior área metropolitana em população do estado de São Paulo, com mais de 3,1 milhões de habitantes.

Estar na RMC significa estar a cerca de 50 km de Campinas, uma das cidades mais importantes do Brasil, com o maior polo tecnológico do país fora do eixo São Paulo–Rio, a UNICAMP (Universidade Estadual de Campinas), o aeroporto internacional de Viracopos, hospitais de referência nacional e uma infraestrutura de capital regional completa.

A RMC gerava em 2015 cerca de 8,92% do PIB do estado de São Paulo — um número que revela a potência econômica da região à qual Engenheiro Coelho pertence. Dentro da região metropolitana, a cidade ocupa a 18ª posição em população, com 19.566 habitantes pelo Censo 2022, inserida em uma das regiões de maior geração de riqueza e oportunidades do Brasil.

Essa posição permite a Engenheiro Coelho uma combinação incomum: qualidade de vida de cidade pequena com acesso a serviços e infraestrutura de metrópole — o melhor dos dois mundos para quem busca morar com tranquilidade sem abrir mão de hospitais, universidades, aeroporto e mercado de trabalho diversificado a poucos quilômetros.


Engenheiro Coelho Hoje: Dados Atuais (2024–2026)

Aproximadamente 22.000 a 23.000 habitantes (estimativa 2025, considerando o crescimento pós-Censo 2022, que registrou 19.566). A cidade cresce de forma consistente, impulsionada pela expansão do UNASP, pelo crescimento da RMC e pela chegada de famílias adventistas e de profissionais que trabalham em Campinas e municípios vizinhos.

Área territorial de 109,94 km², com altitude média de 655 metros — clima ameno, com invernos secos e verões com chuva bem distribuída, típico do interior paulista de altitude.

Posição na RMC: 18ª cidade em população, integrante de uma das regiões metropolitanas que apresentou crescimento de 0,38% em 2025, com população total superior a 3,3 milhões de habitantes.

UNASP-EC: maior empregador do município, com centenas de professores, funcionários e prestadores de serviço, além de milhares de estudantes que movimentam a economia local em período letivo.

Economia diversificada: agronegócio (cana, laranja, mandioca), serviços educacionais, comércio local, serviços de apoio ao UNASP e atividades imobiliárias — sendo que as atividades imobiliárias e serviços às empresas têm a maior participação no setor terciário local.

Segurança acima da média: a influência adventista e o perfil comunitário da cidade resultam em índices de violência notavelmente baixos para o interior paulista, fator valorizado por famílias que buscam qualidade de vida real.

Proximidade estratégica: a 50 km de Campinas (RMC), a 158 km de São Paulo, na interseção da SP-147 com o ramal ferroviário — localização que facilita o acesso tanto ao maior polo tecnológico do interior paulista quanto às oportunidades da capital.


Engenheiro Coelho e o Mercado Imobiliário: Uma Cidade em Descoberta

Engenheiro Coelho vive hoje um momento de crescente atenção por parte do mercado imobiliário. A cidade reúne uma combinação de fatores que, em conjunto, a tornam uma das alternativas mais interessantes para quem busca imóveis no interior de São Paulo:

O UNASP garante demanda constante por moradia — estudantes, professores e funcionários precisam de casas e apartamentos ao longo de todo o ano, criando um mercado locatício estável e independente das oscilações sazonais comuns em outras cidades.

A segurança e o nível de educação da população são diferenciais que famílias com filhos colocam no topo de suas prioridades ao escolher onde morar — e Engenheiro Coelho entrega esses dois atributos com consistência.

A posição na RMC de Campinas significa que quem mora em Engenheiro Coelho tem acesso rápido a um dos maiores mercados de trabalho do país sem precisar viver com a densidade, os preços e o estresse das grandes cidades.

Os preços ainda acessíveis do metro quadrado, em contraste com os valores praticados em Campinas, Jaguariúna, Valinhos e Vinhedo, posicionam Engenheiro Coelho como uma oportunidade de entrada no ecossistema da RMC com potencial real de valorização à medida que a região metropolitana se consolida.

Perfis de compradores e investidores que mais se identificam com a cidade: famílias adventistas que buscam morar próximo ao UNASP e à comunidade de fé; professores e funcionários do UNASP que preferem não depender de deslocamento diário; jovens casais do interior paulista que buscam segurança, custo de vida controlado e infraestrutura educacional de qualidade para os filhos; e investidores que enxergam o aluguel estudantil e residencial como ativo com demanda previsível e constante.


Conclusão: Uma Cidade Pequena com Uma História Grande

Engenheiro Coelho é, em sua essência, a história de uma colônia de imigrantes belgas, italianos e alemães que nasceu na mata paulista do início do século XX, cresceu ao longo de um ramal ferroviário, ganhou seu nome de um engenheiro de estradas, construiu sua identidade mais profunda ao lado de uma universidade adventista — e emergiu como um dos municípios mais singulares e promissores da Região Metropolitana de Campinas.

Em 35 anos de existência como município autônomo, Engenheiro Coelho construiu uma identidade única: cidade pequena, segura, educada, com qualidade de vida acima da média do interior paulista e inserida em uma das regiões metropolitanas mais ricas e dinâmicas do Brasil. Uma cidade que combina o cheiro de terra e laranja do agronegócio paulista com o campus universitário que atrai estudantes de todo o país.

Quem busca imóveis em Engenheiro Coelho — seja para morar com segurança e tranquilidade a poucos quilômetros de Campinas, para investir no mercado locatício de uma cidade universitária com demanda constante, ou para construir uma vida no interior paulista com todos os benefícios de pertencer à segunda maior região metropolitana do estado de São Paulo — encontra aqui uma cidade com história sólida, valores claros e um futuro que começa a ser reconhecido pelo mercado imobiliário.

Para identificar as melhores oportunidades nesse mercado em crescimento — de residências próximas ao UNASP às casas do centro histórico, dos loteamentos em expansão às propriedades rurais com potencial agrícola e de lazer —, a experiência e os relacionamentos do profissional certo fazem toda a diferença. Pedro P. Torquato Jr., Gestor Imobiliário, CRECI 42643, é a referência para quem busca imóveis em Engenheiro Coelho e na região. Com atuação consolidada no mercado local e contato direto com praticamente todas as construtoras e incorporadoras que operam na cidade, Pedro oferece acesso privilegiado a lançamentos, condições especiais e oportunidades que chegam antes ao mercado. Se você busca uma casa de qualidade próximo ao UNASP, um terreno residencial em bairro seguro, um imóvel para investimento com renda de aluguel estável ou uma propriedade rural produtiva — fale com Pedro Torquato e encontre o imóvel certo para o seu objetivo.


Fontes: Prefeitura Municipal de Engenheiro Coelho, FamilySearch, Câmara Municipal de Engenheiro Coelho, UNASP (Centro Universitário Adventista de São Paulo), Enciclopédia Adventista, Portal da RMC, IBGE, Hora Campinas, Portal On Engenheiro Coelho, Wikipedia, AGEMCAMP.

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